7 de novembro de 2009

Lévi-Strauss (1908-2009)

Senti uma tristeza com a morte do etnógrafo Claude Lévi-Strauss. Tinha escrito um textinho, coisa boba, diferenciando Claude Lévi-Strauss do Levi Strauss. Pois quando se estuda etnografia alguém sempre confunde o primeiro pelo segundo, talvez para provar sua indiferença ou ignorância. Tempo atrás, neste espaço, disse que gostaria de ler “Tristes Trópicos” com o autor ainda em vida. Este ano não li apenas “Tristes Trópicos”, como ainda “Totemismo Hoje” e outros artigos e trechos de outras obras (por exemplo: “Antropologia Estrutural”, “As Estruturas Elementares do Parentesco”). Inclusive assisti o documentário “Claude Lévi-Strauss por ele mesmo” no festival no Rio 2009.

Sua morte deixou um vazio etnográfico.

3 comentários:

Valéria Martins disse...

Imagino, meu querido. Todo estudante de ciências humanas e sociais tem grande apreço e admiração por este pensador. Mas ele viveu bastante e teve uma vida plena. Issó é o que importa. Beijos,

Paloma Flores disse...

Concordo com a Valéria. E a obra dele faz o trabalho de imortalizá-lo.
Mas é mesmo muito triste quando alguém por quem temos carinho e apreço morre.
Beijo grande!

Marcelo Novaes disse...

Boas leituras.





Abração,










Marcelo.